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Paz

  • Solidariedade com a Palestina no Porto

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    Foram centenas as pessoas que acorreram à praceta da Palestina, no Porto, para na concentração de 24 de Janeiro proclamarem a muitas vozes “Pela Paz no Médio Oriente!Palestina independente! É urgente pôr fim à guerra! É urgente pôr fim ao massacre!”
    Apresentada por Joana Machado, ali se afirmou que após cerca de 110 dias de brutais bombardeamentos e ataques israelitas, que já mataram mais de 25 mil palestinos e feriram mais de 60 mil, na sua maioria crianças e mulheres,cresce a indignação e a incompreensão perante a impunidade de Israel que, com o cínico apoio e a cumplicidade dos
    Estados Unidos da América, continua a agredir e a massacrar o povo palestino.
    Nas intervenções de José António Gomes em nome da Direção Nacional do MPPM, de Tiago Oliveira – coordenador da União dos Sindicatos do Porto/CGTP e de Ilda Figueiredo do CPPC salientou-se que, em Portugal, desde outubro, milhares de pessoas têm quebrado as correntes do silêncio e da indiferença e ocupado as ruas pela paz na Palestina e em todo o Médio Oriente, pelo respeito e cumprimento dos direitos nacionais do
    povo palestino.
    Ali se reafirmou a solidariedade com o heroico povo palestino e a sua determinada e corajosa resistência que, nas mais duras e dramáticas condições, mantém viva a sua aspiração à liberdade, à justiça, à independência.
    Ali se tornou claro que as vozes se erguem em solidariedade com aqueles que lutam pelo fim da guerra e do massacre, que lutam pela
    paz, que lutam pelo fim da ocupação e colonização israelita, que lutam pela criação do Estado da Palestina no cumprimento das resoluções das Nações Unidas e se recordou que também as forças democráticas e progressistas, em Israel, lutam corajosamente, sujeitas à violenta repressão por se oporem à política sionista das autoridades israelitas, merecendo a nossa solidariedade.
    Reafirmou-se que não deixaremos, como nunca deixámos, a luta do povo palestino ser esquecida ou apagada!
     
    Vamos continuar a exigir:
     
    - um cessar-fogo imediato e permanente!
    - o fim dos bombardeamentos e ataques israelitas!
    - a urgente ajuda humanitária e a reconstrução da Faixa de Gaza!
    - o fim da violência dos militares e colonos israelitas na Cisjordânia!
    - a criação e o reconhecimento do Estado da Palestina, com o cumprimento das resoluções das Nações Unidas!
     
    Pela paz!
    Pelos direitos do povo palestiniano!
    PALESTINA VENCERÁ!
  • Solidariedade com a Palestina no Porto

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    No Porto, realizou-se ontem, 19 de fevereiro, mais uma iniciativa pública sobre “PAZ NO MÉDIO ORIENTE! PALESTINA INDEPENDENTE! FIM À GUERRA! FIM AO MASSACRE!”
    Com concentração junto à reitoria da Universidade do Porto, na Praça dos Leões, após uma breve saudação de João Rouxinol em nome do CPPC, caminhou-se para a praça Carlos Alberto, numa iniciativa que envolveu centenas de pessoas entre os caminhavam e os que se solidarizavam nas ruas com as palavras de ordem "PAZ NO MÉDIO ORIENTE! PALESTINA INDEPENDENTE! Não à Guerra! Não ao massacre!"
    Promovida pelo CPPC, USP/CGTP, MPPM e Projecto Ruído, ali se demonstrou a nossa solidariedade com a Palestina, exigindo o cessar-fogo imediato e permanente, o fim do massacre e a ajuda humanitária, exigindo o respeito pelos direitos do povo palestino, exigindo o fim imediato dos criminosos bombardeamentos à Faixa de Gaza e ao cerco imposto, que é um crime de guerra.
    Na Praça Carlos Alberto realizou-se uma sessão pública apresentada por Joana Machado e intervenções de Filipe Pereira coordenador da USP/CGTP-IN, da professora Sónia Duarte e do escritor José António Gomes da direção do MPPM que denunciaram o brutal crime e o hediondo massacre que Israel está a cometer em Gaza mas também na Cisjordânia, proclamando que ninguém pode ficar indiferente. É urgente o fim imediato dos bombardeamentos na Faixa de Gaza e do massacre dos seus habitantes! É urgente acabar com a barbárie a que temos assistido! Não podemos aceitar que a ajuda humanitária seja impedida de entrar em Gaza, que os centros de apoio médico e hospitais não consigam prestar o apoio às vítimas da violência e sejam bombardeados. Não podemos permitir que esta catástrofe continue a sua escalada e que alastre ao resto dos povos do Médio Oriente! É urgente parar a guerra! É urgente parar o massacre!
    Ficou a promessa de voltar à rua brevemente.
    A sessão acabou com a canção Grândola Vila Morena.
  • Solidariedade com os Povos da América Latina

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    Decorreu no passado dia 18 de novembro uma sessão de Solidariedade com os povos da América Latina, na biblioteca municipal Almeida Garrett , no Porto, promovida pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação.
    A sessão contou com intervenções de Ilda Figueiredo, presidente da DN do CPPC, o jornalista e membro da Presidência Alfredo Maia e Sandra Tavares, professora universitária.
  • Solidariedade com os Povos do Médio Oriente

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) e o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM) realizaram hoje, 19 de Novembro de 2020 a sessão pública "Médio Oriente: Defesa da Justiça e da Paz" que contou com a participação de - Ilda Figueiredo, Presidente da Direcção Nacional do CPPC, Carlos Almeida, Vice-Presidente da Direcção Nacional do MPPM, José Goulão, jornalista e membro da Presidência do CPPC, e do Ex.mo Sr. Nabil Abuznaid, Embaixador da Palestina em Portugal.
    No animado debate, foi analisada a situação nesta conturbada região do Médio Oriente, e sublinhada a necessária solidariedade de todos, na exigência do fim da ingerência e da ofensiva do imperialismo na região, com especial destaque para os EUA – sublinhe-se que no dia da sessão Mike Pompeo se encontrava em Israel - e seus aliados da União Europeia, que sempre foram cúmplices de Israel na ocupação da Palestina. Ou ainda nas várias agressões como ao Iraque, à Líbia, à Síria ou ao Líbano, como também a guerra da Arábia Saudita contra o Íemen, entre outras. Todos foram unânimes na necessidade de defender o direito dos povos à Paz.
  • Sons, Cores & Palavras pela Paz

  • Sons, Cores e Palavras pela Paz - Faro

    9 de Maio 21h - Clube Farense

    O Núcleo do CPPC do Algarve leva a cabo a realização da II edição do "Sons, Cores e Palavras pela Paz", em parceria com várias Associações culturais e artistas do concelho de Faro.

    Esta iniciativa cultural, está inserida na campanha “Pela assinatura por parte de Portugal do Tratado de Proibição de Armas Nucleares - Pela paz, pela segurança, pelo futuro da Humanidade!”. Actualmente e cada vez mais, é urgente a proibição destas armas de destruição massiva. Portugal deve subscrever este tratado.

    Tal como na I edição a iniciativa cultural acontece no Clube Farense, parceiro do CPPC nesta iniciativa, e conta com a presença da Presidente da Direcção CPPC, Ilda Figueiredo.

    Todos estão convidados, até porque...
    Pela Paz, todos não somos demais!

  • Sons, Cores, Palavras pela Paz | Faro

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    Vai realizar-se no próximo dia 12 de outubro, no Clube Farense, em Faro, mais uma sessão “Sons, cores e Palavras pela Paz”. Será às 21 horas e contará com a participação dos estudantes de artes da Escola Tomás Cabreira, do Grupo Coral 2º Capítulo e com as intervenções de Sofia Costa e Ilda Figueiredo, da Direção Nacional do Conselho Português para a Paz e Cooperação.

  • Tertúlias n'Arcada, em Cacilhas

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    No dia 2 de fevereiro realizou-se uma calorosa e importante conversa, com a participação do jornalista José Goulão, sobre a situação na Faixa de Gaza, onde ficou claro que é necessário Paz e um cessar-fogo imediato!

  • Testemunho e conversa com Hibakusha

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  • Transportes para o Encontro pela Paz - Inscreve-te!

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    Avança por todo o país a preparação do Encontro pela Paz que se realizará no próximo Sábado.

    Vê os transportes organizados a partir de diversos pontos do país:

    Almada
    8h30 – Praça João Baptista junto ao Fórum Romeu Correia
    contacto para inscrição - 964423596
    e-mail – Este endereço de correio electrónico está protegido contra leitura por robôs. Necessita activar o JavaScript para o visualizar.

    Coimbra
    8h – frente à União de Sindicatos de Coimbra, Av. Fernão Magalhães
    Contacto para inscrição - Isabel Melo: 962 853 345

    Lisboa
    entre as 9h e as 10h30 / 13h30 e as 14h30 – carrinha da Câmara Municipal de Loures fará o transporte entre o Metro do Sr. Roubado e o Pavilhão Paz e Amizade (local do encontro

    Porto
    é assegurado transporte a partir de dois locais:
    6h30 - junto ao edifício da Câmara Municipal do Porto, quase em frente aos CTT.
    6h30 - a partir da Casa Sindical - USP (próximo da estação de Campanhã)
    Contactos para inscrição:
    João Rouxinol - 966 916 084
    Tiago Oliveira - 910 577 042

    Seixal
    8h – junto aos serviços centrais da Câmara Municipal do Seixal
    8h15 – rotunda da Cruz de Pau (junto ao Continente)
    8h20 – Corroios na EN10 (frente à estação da BP)
    contactos para inscrição - 917576938 ou 935446610
    e-mail – Este endereço de correio electrónico está protegido contra leitura por robôs. Necessita activar o JavaScript para o visualizar.

    Vila Nova de Gaia
    6h30 – El Corte Inglês, Av. da República
    Contacto para inscrição:
    João Rouxinol - 966 916 084

  • Travar a agressão em Rafah e em toda a Faixa de Gaza - Por um cessar-fogo imediato e permanente

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    Face ao anúncio de que estará iminente um amplo ataque das forças israelitas à região de Rafah, onde os bombardeamentos israelitas já provocaram a morte de dezenas de palestinianos que, oriundos de outras áreas da Faixa de Gaza, aqui procuraram refúgio, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a exigência repetida há mais de quatro meses: a urgência de um cessar-fogo imediato e permanente e o urgente fornecimento de ajuda humanitária à população palestiniana. Esta é a única forma de travar o horror que às mãos de Israel tem sido infligido ao povo palestiniano, provocando mais de 28 mil mortos, dos quais mais de 12 mil são crianças.
    Em Rafah concentram-se hoje para cima de um milhão e meio de pessoas, que aí procuraram refúgio face à gravidade da destruição provocada por mais de 130 dias de brutal agressão israelita, que não poupa hospitais, escolas, bairros residenciais, abrigos das Nações Unidas e até mesmo colunas de refugiados. Como as Nações Unidas têm reiteradamente denunciado, as condições de sobrevivência impostas por Israel são desumanas, pois falta de tudo: da água canalizada aos medicamentos, de abrigos a alimentos.
    É importante recordar que Rafah, como antes Khan Younis, foi apresentada como «zona segura» pelas autoridades israelitas para a qual as populações do Norte da Faixa de Gaza se deveriam deslocar para fugir dos bombardeamentos, que agora se concentram precisamente em Rafah. Fica assim demonstrado – e os próprios responsáveis políticos e militares israelitas não o escondem – qual é, desde o primeiro momento, o objetivo desta agressão: a reocupação e recolonização daquele território palestiniano por parte de Israel, assassinando ou expulsando a população palestiniana. Um propósito antigo dos dirigentes sionistas, que está agora a ser implementado de forma brutal. Israel tem a intenção de que o Egipto "abra as portas" para que os palestinianos partam da Faixa de Gaza, para nunca mais voltarem à sua terra, de onde seriam expulsos.
  • Travar a escalada de confronto na Ucrânia e na Europa - Dizer não à guerra! Defender a paz!

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) acompanhou com grande apreensão o agravamento da situação no Leste da Europa, que levou a uma nova escalada no confronto militar que tem tido lugar na Ucrânia desde 2014 e à intervenção militar por parte da Federação da Rússia neste país.
    O CPPC apela à imediata cessação das operações militares, à adoção de gestos e ao avançar de propostas que permitam abrir caminho à resolução negociada do conflito, objectivo que deve ser preocupação de todos quantos verdadeiramente defendem a paz e o respeito pelos princípios da Carta das Nações Unidas.
  • Última sessão/debate do Ciclo de Cinema Pela Paz em Loulé

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    Na passada sexta-feira decorreu a 3a. e última sessão/debate do Ciclo de Cinema Pela Paz em Loulé, com o filme "O Pianista" de Roman Polanski.

    O ciclo, passou 3 filmes sobre a paz e a guerra, acompanhados de debate. Nesta última sessão o debate contou com a participação do Sr. Presidente da Câmara de Loulé, Victor Aleixo, de João Martins da Presidência do CPPC, Dália Paulo, directora Municipal entre outros. A discussão abordou acontecimentos do passado mas também os perigos do presente e futuro, nomeadamente na Europa, com o ressurgimento de movimentos e partidos com ideologias de extrema direito ou mesmo fascistas, o que constitui uma enorme preocupação para todos aqueles que defendem a Paz.

    Foi reconhecida a importância da concretização do Ciclo de Cinema Pela Paz e ficou o compromisso, assumido pelo Presidente do Município, para apoiar a realização de um novo ciclo de cinema pela paz no próximo ano.

  • Um Mundo de Paz é Possível: Concurso de cartazes

    Divulgamos informação sobre concurso de cartazes pela Paz recebida do Movimento Cubano pela Paz e a Soberanía dos Povos promovido por esta organização e pela Associação Cubana de Comunicadores Sociais.

    Este concurso é promovido no quadro do IV Seminário Internacional pela Paz e a Abolição das Bases Militares Estrangeiras, que se realizará na cidade de Guantanamo, Cuba entre os dias 22 e 25 deNovembro de 2015.

     

     

  • Um mundo de paz para as crianças crescerem felizes

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    No momento em que se assinala o Dia da Criança, o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) reafirma a sua determinação em prosseguir a sua acção em prol da paz, da cooperação e do progresso, essenciais para que as crianças possam ver consagrados e plenamente respeitados os seus direitos a uma vida feliz, saudável e plena.

    Hoje, por todo o mundo, milhões de crianças sofrem com a guerra, a pobreza, a opressão, a doença, a destruição do meio ambiente. Recursos, essenciais para lhes garantir segurança, educação, saúde e habitação condigna são desviados para o armamento e para a guerra – uma pequena parte dos gastos militares mundiais resolviam os principais problemas que afectam os povos do mundo, e particularmente as crianças. Cruéis bloqueios económicos privam-nas de bens e serviços essenciais.

  • VI Seminário Internacional pela Paz e a Abolição das Bases Militares Estrangeiras

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    Cerca de uma centena de delegados de 35 países estiveram presentes no VI Seminário Internacional pela Paz e a Abolição das Bases Militares Estrangeiras, que decorreu entre 4 e 6 de maio, na província cubana de Guantanamo.

    Este seminário organizado pelo Movimento Cubano pela Paz e a Soberania dos Povos (MovPaz) conjuntamente com outras entidades e em parceria com o Conselho Mundial da Paz (CMP), emitiu uma declaração final que divulgamos abaixo (tradução do espanhol pelo Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz):

    Por um mundo de paz, sem bases, instalações e enclaves militares estrangeiros

  • Vídeo no âmbito do dia Internacional da Paz | Agrupamento de Escolas Dra. Laura Ayres

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    No âmbito do Dia Internacional da Paz (21 de Setembro) os alunos do Agrupamento de Escolas Dra. Laura Ayres (Quarteira, Loulé) realizaram um vídeo onde construíram uma moldura humana que escrevia "PAZ".
    Esta é um dos exemplos e uma das muitas maneiras da integração da educação para a Paz nas escolas, neste caso unindo as vertentes de desporto e cultura!
    O Conselho Português para a Paz e Cooperação saúda esta iniciativa e partilha o vídeo realizado.
  • Vigília | Parar a Guerra! Dar uma oportunidade à Paz! | Santarém

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    Também em Santarém, dia 10 de Março junto ao W Shopping às 18h00, se vai afirmar que é necessário Parar a Guerra, Dar uma Oportunidade à Paz!
    🕊🕊
  • VIGÍLIA DE SOLIDARIEDADE COM A PALESTINA - AVEIRO

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    PAZ NO MÉDIO ORIENTE
    PALESTINA INDEPENDENTE
    No dia 11 de Julho, sexta-feira, às 21h, em Aveiro (Praça Dr. Joaquim Melo Freitas) junta-te a nós!
    Palestina Vencerá!
  • Viseu | Parar a Guerra! Dar uma Oportunidade à Paz!

    No dia 10 de Março, o Conselho Português para a Paz e Cooperação organizou diversas ações de rua, juntando centenas de pessoas por todo o país, sob o título "Parar a guerra dar uma oportunidade à Paz". Reafirmou-se a urgência de pôr fim à escalada do conflito, promover o diálogo e as negociações, alcançar acordos que sirvam o interesse da paz e da cooperação entre os povos.